{"id":595,"date":"2019-01-28T13:31:09","date_gmt":"2019-01-28T15:31:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/?page_id=595"},"modified":"2019-01-28T13:34:13","modified_gmt":"2019-01-28T15:34:13","slug":"zequinha-de-abreu","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/zequinha-de-abreu\/","title":{"rendered":"Zequinha de Abreu"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-596\" src=\"http:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/zequinha-209x300.jpg\" alt=\"\" width=\"209\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/zequinha-209x300.jpg 209w, https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/zequinha.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 209px) 100vw, 209px\" \/><\/p>\n<p><strong>Vida e obra de Zequinha de Abreu<\/strong><\/p>\n<p>No dia 19 de setembro de 1880 nascia em Santa Rita do Passa Quatro, o saudoso mestre de nossa m\u00fasica, Zequinha de Abreu. Filho de um militar iniciou seus estudos no col\u00e9gio S\u00e3o Luiz de It\u00fa passando posteriormente \u00e0s classes de aula no Semin\u00e1rio Episcopal (hoje Arquidiocesano), onde concluiu o seu curso colegial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em seguida, atendendo mais um desejo de sua fam\u00edlia e propriamente \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o, ingressou-se na Faculdade de Medicina, onde passou apenas dois anos, que viriam a ser os \u00faltimos de estudos em toda a sua vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Embora no princ\u00edpio dos estudos m\u00e9dico fosse tomado por certo entusiasmo pela carreira, compreendeu Zequinha de Abreu, que n\u00e3o poderia manter-se em sua vida, desligado das notas musicais, do teclado de um piano, de sua inata facilidade de alinhar frases mel\u00f3dicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por isso, deixou a Faculdade de Medicina e voltou seus dias inteiramente para a m\u00fasica. Seus mestres de m\u00fasica foram o Padre Rossini, do Col\u00e9gio S\u00e3o Luiz e mais tarde, o Maestro, Mhiaffarelli. Modesto at\u00e9 ao extremo Zequinha de Abreu era, antes de tudo,um simples e um bom; jamais teve para algu\u00e9m uma s\u00f3 palavra que n\u00e3o fosse de est\u00edmulo, de carinho, de fraternidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ali\u00e1s as palavras n\u00e3o eram muito usadas por Zequinha de Abreu, que preferia substitu\u00ed-las por sorrisos meigos ou por suas m\u00fasicas. Mesmo quando a sorte lhe era adversa; como foi por quase toda a sua vida, Zequinha de Abreu jamais abandonou o seu sorriso de simpatia, a sua maneira resignada de encarar os fatos que insistiam em lhe ser contr\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como, pianista profissional, foi Zequinha de Abreu contratado para tocar na &#8220;Casa da M\u00fasica&#8221;, em S\u00e3o Paulo , cujos propriet\u00e1rios eram Irm\u00e3os Vitale, editores de suas melodias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Debru\u00e7ado sobre o teclado do piano, passa Zequinha de Abreu todas as tardes, sempre cercado por um n\u00famero grande de pessoas (geralmente mo\u00e7as), que indo \u00e0 cidade, jamais dispensavam uma visita \u00e0 &#8220;Casa da M\u00fasica&#8221; para ouvir as novas melodias, composi\u00e7\u00f5es do mestre paulista. E a cada palavra elogiosa, Zequinha de Abreu baixava a cabe\u00e7a sorria acanhadamente, recolhido em mod\u00e9stia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Zequinha de Abreu tinha uma voca\u00e7\u00e3o musical surpreendente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Escrevia m\u00fasicas com a mesma ligeireza com que uma pessoa comum escreve qualquer coisa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para compor, sentava-se ao piano e dedilhava sem inten\u00e7\u00e3o expressa de fazer novas melodias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas as frases bonitas vinham surgindo como por encanto e Zequinha de Abreu, tomado de um papel anotava-as.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De sua espontaneidade ao compor, conta-se como exemplo que em uma festa na casa de um poeta seu, Zequinha de Abreu at\u00e9 meia noite tocou todas as suas m\u00fasicas j\u00e1 conhecidas, mas, da\u00ed at\u00e9 as quatro horas da manh\u00e3 s\u00f3 tocou m\u00fasicas improvisadas, uma em seguida \u00e0s outras e cada mais belas que a anterior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E, as m\u00fasicas do pianista modesto, tocados por seus dedos, tinham inegavelmente como caracter\u00edstica, uma outra significativa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na valsa, encontrava Zequinha de Abreu seu ritmo preferido parecia-lhe que se as notas musicais n\u00e3o se alinhassem no compasso que lhe era mais agrad\u00e1vel, n\u00e3o estaria o seu sentimento expresso na melodia substituindo as palavras de amor, sempre vivas em seus dias, pelas frases mel\u00f3dicas, cada dor e cada alegria de Zequinha de Abreu ficaram gravadas em suas m\u00fasicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Casado aos 19 anos com D. Durvalina Brasil de Abreu, deixou a vi\u00fava a 22 de Janeiro de 1935.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Corpora\u00e7\u00e3o musical Zequinha de Abreu&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Venceu, grandes dificuldade e alcan\u00e7ou a vit\u00f3ria, a id\u00e9ia da funda\u00e7\u00e3o da Banda &#8220;Zequinha de Abreu&#8221;, em Santa Rita do Passa Quatro, cuja primeira diretoria ficou assim organizada: Presidente \u2013 Manuel de Siqueira; Vice-Presidente \u2013 Manuel de Assis Cunha; Tesoureiro \u2013 Ze\u00e3o Bueno de Prado; Secret\u00e1rio \u2013 Silvio Pel\u00edcio de Ara\u00fajo; Diretor da banda \u2013 Narciso Nori; Regente \u2013 Alcides Perini; Vice \u2013 Regente \u2013 Francisco Martino.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A 14 de agosto de 1933, reunidos na reda\u00e7\u00e3o desta &#8220;Folha&#8221;, amigos e simpatizantes da nossa cidade, com entusiasmo otimista tornaram realidade a exist\u00eancia organizada desta querida corpora\u00e7\u00e3o musical, que se leva o nome do imortal compositor santarritense Jos\u00e9 Gomes de Abreu, que foi idealizada pelo saudoso Sr. Jo\u00e3o Buenos do Prado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A banda &#8220;Zequinha de Abreu&#8221;, composta de 35 figuras, apresentou-se com seu belo uniforme, no dia 13 de maio de 1934, para as imponentes festividades de sua inaugura\u00e7\u00e3o oficial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No romper da madrugada a popula\u00e7\u00e3o ouviu pela primeira vez o incipiente repert\u00f3rio musical de marchas, valsas e dobrados, fruto de esfor\u00e7o e da boa vontade, caracter\u00edstica necess\u00e1ria a todas as iniciativas populares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As 12:30 horas, em almo\u00e7o de cordialidade foi vibrantemente homenageado o maestro Jos\u00e9 Gomes de Abreu, especialmente convidado pela diretoria de nova e promissora corpora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As 15 horas, em frente \u00e0 igreja do Ros\u00e1rio, foram os m\u00fasicos recepcionados com calorosas palmas pela grande massa popular, instrumentos e dos m\u00fasicos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cortadas as fitas simb\u00f3licas pelo maestro Zequinha de Abreu a Banda executou a marcha &#8220;P\u00e1tria&#8221; e desfilou pelas ruas da cidade tendo sido pronunciados discursos de homenagem nas resid\u00eancias das exmas. Autoridades e ao patrono musical da corpora\u00e7\u00e3o em festa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao anoitecer, os m\u00fasicos executaram o Hino Nacional na escadaria principal da igreja Matriz, no momento da Ben\u00e7\u00e3o Solene do Sant\u00edssimo Sacramento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, a data de inaugura\u00e7\u00e3o da Corpora\u00e7\u00e3o &#8220;Zequinha de Abreu&#8221; marcou o in\u00edcio das esplendidas vit\u00f3rias que muito tem contribu\u00eddo para o progresso art\u00edstico de Santa Rita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o foi sem grandes dificuldades que se n\u00e3o desaparecem de todo, entretanto, sempre foram vencidas para alegria n\u00e3o s\u00f3 de se uns diretores, mas da popula\u00e7\u00e3o que se ufana de ser conterr\u00e2nea do grande maestro e compositor santarritense, em cuja homenagem foi em boa hora, fundada a Banda &#8220;Zequinha de Abreu&#8221; sem d\u00favida constituiu a nossa banda de m\u00fasica um precioso patrim\u00f4nio de arte, que muito honra o progressista da terra natal de &#8220;Zequinha de Abreu&#8221; e que todos os bons santarritense devem prezar com carinho e civismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;\u00daltima pausa de uma vida dedicada a arte e morte repentina de Zequinha de Abreu.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nada parecia, alterar o ritmo da vida de Zequinha de Abreu no \u00faltimos anos de sua exist\u00eancia. Vencera com sua m\u00fasica conquistando uma popularidade \u00e0 qual se ligavam a mais os curiosos fatos , mundanos e bo\u00eamios. Levemente come\u00e7ava a usar-se alguns acordes de uma serenidade e satisfa\u00e7\u00e3o \u00edntima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com os filhos colocados e bem situados escolhia de prefer\u00eancia nos dias de Natal, a casa de Dermeval.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Zequinha nos \u00faltimos anos de sua vida viveu em S\u00e3o Paulo , de onde sa\u00eda rar\u00edssimas vezes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Seriam 9 horas da noite, de 22 de Janeiro de 1935, quando Zequinha de Abreu recebeu um telefonema de um grupo de m\u00fasicos que lhe marcara um encontro para da\u00ed a pouco numa resid\u00eancia na pra\u00e7a General Os\u00f3rio, pr\u00f3xima ao hotel Piratininga, sempre disposto a atender a quem lhe solicitavam o concurso art\u00edstico Zequinha compareceu a reuni\u00e3o tendo segundo organizado um programa para festa a realizar-se da\u00ed a dois dias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cerca de 11 horas nessa mesma noite o compositor santarritense sa\u00ed da reuni\u00e3o encaminhando seus passos tranq\u00fcilamente, em dire\u00e7\u00e3o ao bonde. Eis que ao passar precisamente em frente ao Hotel Piratininga, viu-se acometido por s\u00fabita emo\u00e7\u00e3o, aquela mesma que, de tempos em tempos, o surpreendia, deixando-o completamente paralisado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tentou reagir, mas n\u00e3o pode. Alguns transeuntes notam aquele homem vestido de terno escuro, levar a m\u00e3o ao cora\u00e7\u00e3o e olhos semi-arregalados, cambalear, levemente.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma ligeira movimenta\u00e7\u00e3o, naquele trecho.<\/p>\n<p>Que foi ? _ Quem \u00e9 ? _ Um homem caiu &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p>Mas &#8230;.. n\u00e3o \u00e9 um homem, apenas.<\/p>\n<p>\u00c9 Zequinha de Abreu!! (grita um senhor que se aproxima de grupo).<\/p>\n<p>Uma coincid\u00eancia extraordin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Passa, no momento, o enfermeiro M\u00e1rio Flori, que conhece Zequinha de Abreu pessoalmente. Aproximou-se do acidentado, que continua p\u00e1lido, amparado por dois populares. Tenta dizer alguma coisa, mas n\u00e3o consegue. M\u00e1rio Flori ouve-lhe apenas.<\/p>\n<p>A\u00ed meu Deus !<\/p>\n<p>Foi um colapso, diz o enfermeiro.<\/p>\n<p>Talvez n\u00e3o haja mais nada a fazer.<\/p>\n<p>Chamam a assist\u00eancia p\u00fablica, que n\u00e3o se faz demorar.<\/p>\n<p>Como previra o seu assistente, tudo estava terminado.<\/p>\n<p>Zequinha morrera, repentinamente, v\u00edtima de um colapso card\u00edaco.<\/p>\n<p>O acidentado da hora e a recondu\u00e7\u00e3o do corpo para sua resist\u00eancia, na rua Fortunato, ocuparam algumas horas.<\/p>\n<p>Os jornais fecharam as suas edi\u00e7\u00f5es nesse intervalo.<\/p>\n<p>A cidade amanheceu sem saber do desaparecimento de Zequinha.<\/p>\n<p>Enquanto se velava o cad\u00e1ver, a not\u00edcia espalhou-se, mas quando todos tomaram o conhecimento do epis\u00f3dio o famoso compositor da gente simples, criador de tantas belezas da m\u00fasica, popular, descia ao t\u00famulo para repousar de sua luta, uma luta desigual, mas vitoriosa e consagrada, pelo que encerrou de simples e profundamente humano.<\/p>\n<p>&#8220;Assim, sua m\u00fasica, cheia de incidentes e acidentes, como a pr\u00f3pria natureza brasileira, n\u00e3o atinge os abismo escarlates da ferocidade nem conhece as trevas terr\u00edveis da mis\u00e9ria universal.<\/p>\n<p>A m\u00fasica de Zequinha de Abreu ser\u00e1 sempre, o reflexo auriverde, cuja fus\u00e3o produz o azul l\u00edmpido do nosso firmamento, que transparece na &#8220;Branca&#8221; e a solidariedade esportiva das messes descuidadas, que re\u00fane, em poucos minutos, milh\u00f5es de Tico Tico no Fub\u00e1.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Link\u00b4s de sites relacionado \u00e0 Zequinha de Abreu<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.samba-choro.com.br\/artistas\/zequinhadeabreu\">http:\/\/www.samba-choro.com.br\/artistas\/zequinhadeabreu<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cifrantiga.hpg.ig.com.br\/Crono3\/zequinha_de_abreu.htm\">http:\/\/www.cifrantiga.hpg.ig.com.br\/Crono3\/zequinha_de_abreu.htm<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cliquemusic.com.br\/artistas\/zequinha-de-abreu.asp\">http:\/\/www.cliquemusic.com.br\/artistas\/zequinha-de-abreu.asp<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dados Biogr\u00e1ficos do imortal Zequinha de Abreu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nome: <strong>Jos\u00e9 de Gomes de Abreu<\/strong><br \/>\nData Nascimento: <strong>19 de setembro de 1880, em Santa Rita do Passa Quatro.<\/strong><br \/>\nFilia\u00e7\u00e3o: <strong>Jos\u00e9 Alacrino Ramiro de Abreu (farmac\u00eautico) e Justina Gomes Leit\u00e3o.<\/strong><br \/>\nEstudos: <strong>Col\u00e9gio S\u00e3o Lu\u00eds de Itu &#8211; Semin\u00e1rio Episcopal de S\u00e3o Paulo<\/strong><br \/>\nMestres de m\u00fasica: Padre Rossini ( Col\u00e9gio S\u00e3o Lu\u00eds) e, mais tarde, Maestro Chiaffarelli.<br \/>\nCasamento: Casou\u2013se em 11 de maio de 1899 com Dulvalina Brasil, residente em Santa Cruz da Estrela (Distrito de Santa Rita do Passa Quatro).<br \/>\nVida profissional: em 09 de mar\u00e7o de 1909 foi empossado no cargo de secret\u00e1rio da C\u00e2mara Municipal; em 1920 muda-se para S\u00e3o Paulo e, como Pianista profissional \u00e9 contratado pela Casa Beethoven; os editores de suas m\u00fasicas foram os irm\u00e3os Vitale.<br \/>\nObra Musical: Zequinha de Abreu era uma voca\u00e7\u00e3o musical surpreendente. Escrevia m\u00fasica com a mesma facilidade com que uma pessoa comum escreve qualquer coisa. Sua obra, das mais importantes do cen\u00e1rio nacional, comp\u00f5e-se de mais de trezentos trabalhos destacando-se:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>ALGUMAS DE SUAS M\u00daSICAS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Valsas:<\/strong><br \/>\n&#8220;Amando sobre o mar&#8221;<br \/>\n&#8220;Aurora&#8221;<br \/>\n&#8220;Branca&#8221;<br \/>\n&#8220;Elza&#8221;<br \/>\n&#8220;Flores Milagrosas&#8221;<br \/>\n&#8220;Longe dos olhos&#8221;<br \/>\n&#8220;Morrer sem ter amado &#8221;<br \/>\n&#8220;Primavera de beijos&#8221;<br \/>\n&#8220;Rosa desfolhada&#8221;<br \/>\n&#8220;Sedutora&#8221;<br \/>\n&#8220;Sublime amor&#8221;<br \/>\n&#8220;Tardes em Lind\u00f3ia&#8221;<br \/>\n&#8220;\u00daltimo Beijo&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Maxixes:<\/strong><br \/>\n&#8220;Bafo de on\u00e7a&#8221;<br \/>\n&#8220;Moleque sarado&#8221;<br \/>\n&#8220;Meu bem me leva&#8221;<br \/>\n&#8220;Casar n\u00e3o \u00e9 casaca&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Choros:<\/strong><br \/>\n&#8220;Beijinhos de amor&#8221;<br \/>\n&#8220;Levanta poeira&#8221;<br \/>\n&#8220;N\u00e3o me toques&#8221;<br \/>\n&#8220;Os pintinhos no terreiro&#8221;<br \/>\n&#8220;P\u00e9 de Elefante&#8221;<br \/>\n&#8220;Sururu na cidade&#8221;<br \/>\n&#8220;Tico \u2013 Tico no fub\u00e1&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Marcha patri\u00f3tica:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8220;Alvorada de gl\u00f3ria&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Marchinhas:<\/strong><br \/>\n&#8220;Beb\u00ea&#8221;<br \/>\n&#8220;Fui na onda&#8221;<br \/>\n&#8220;Levadinha da breca&#8221;<br \/>\n&#8220;Quisera n\u00e3o te querer&#8221;<br \/>\n&#8220;Sonhei contigo&#8221;<br \/>\n&#8220;Benzinho, adeus!&#8221;<br \/>\n&#8220;Sapequinha&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vida e obra de Zequinha de Abreu No dia 19 de setembro de 1880 nascia em Santa Rita do Passa<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-595","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/595","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=595"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/595\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":600,"href":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/595\/revisions\/600"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.santaritadopassaquatro.sp.gov.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=595"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}